Simpatectomia Torácica

No final do século XIX, os cirurgiões se aventuravam a retirar gânglios simpáticos para tratar algumas doenças para as quais não havia terapêutica eficiente na época. A primeira operação sobre o simpático foi uma simpatectomia cervical para tratamento de epilepsia. Na sua origem, a via de acesso mais utilizada para esse procedimento era através de cirurgia aberta, causando cicatrizes enormes na região da clavícula, além de dor. Com os recentes avanços nos sistemas ópticos, de vídeo e no instrumental para atos cirúrgicos endoscópicos, tornou-se possível realizar simpatectomia cérvico-torácica por técnica vídeo-toracoscópica, pouco invasiva e de melhor aceitação por parte dos pacientes.

Indicações da Simpatectomia Cérvico Torácica

As indicações atuais da simpatectomia cervico-torácica são restritas e se resumem aos portadores de hiperidrose essencial ou primária, casos selecionados de isquemia grave de mão e pacientes com síndromes dolorosas pós-traumáticas rotuladas como causalgia. Indicações menos comuns são: síndrome do QT longo determinando arritmia cardíaca refratária ao tratamento clínico, angina de peito, hiperidrose crânio-facial e fenômeno de Raynaud.

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Angina de PeitoLer>>

Fenômeno de RaynaudLer>>

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